quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2009 para 2010

Um balanço de um ano que ainda não tinha começado e já eu não gostava dele – 2009.

Foi um ano duro, em que tudo me parecia confuso, muita coisa se passou que me ajudou a mudar interiormente, a ver de forma diferente e até a aceitar sem questionar muita coisa e isso ajudou-me a crescer.

Conscientemente e com algum esforço mudei, mudei muito mesmo.
Foi o ano em que amizades puras e genuínas da minha infância se sedimentaram, em que verdadeiros amigos se revelaram, em que descobri outros que sabia que existiam mas que verdadeiramente não conhecia e me surpreenderam pelo lado positivo, em que consegui sempre ver o lado bom do que me acontecia. Não é fácil, mas acabamos por ver mais cedo ou mais tarde esse lado positivo, há sempre uma razão para o que acontece, muitas vezes isso está na nossa mão, só que não conseguimos perceber à primeira.


Verdadeiramente foi um ano de auto conhecimento, de descoberta…
Um ano cheio de novidades, algumas turbulentas e difíceis.
Para quem não gostava de um ano chamado 2009, posso dizer que foi um excelente ano! Difícil, mas excelente!

Ao contrário do ano passado, para este novo ano que se aproxima a passos largos decidi recomeçar as minhas caminhadas (tenho estado uma preguiçosa do pior), remodelar a casa, ser firme nalgumas decisões que já tomei e que sei que vão avançar (não vai ser fácil, mas sei que aguento, que tenho forças para isso…), não fazer planos e... continuar com as minhas mudanças interiores que me dão tanta tranquilidade e paz mesmo no meio da turbulência que tem sido a minha vida.

UM FANTÁSTICO 2010!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!


COM MUITA ALEGRIA, PAZ, ESPERANÇA COR E AMOR!!!!!!!!!!!!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Tarefa natalícia

Esta é a época do ano que gosto mais, gosto do frio, do espirito que anda no ar... dos preparativos... os jantares que não param, os dias não chegam para tudo, os amigos que revemos...


Pois bem, uma das minhas tarefas familiares é fazer broas de Natal e este ano não podia falhar, até porque há amigos que contam com elas, também já fazem parte do Natal deles... Mas em vez de estar sózinha em casa entre frutos secos picados, ovos, aguardente, azeite, farinha.... resolvi desafiar 2 amigas, filhas e namorados para me ajudarem... Fizemos as broas, lanchámos, brincámos, dançámos... um sucesso!


Acho que as crianças tão cedo não se esquecem deste dia e das broas de Natal!



FELIZ NATAL !!!!!!!!

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Afinal pouco ou nada mudou!

"Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio,
fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora,
aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias,
sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice,
pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas;
um povo em catalepsia ambulante, não se lembrando nem donde vem, nem onde está, nem para onde vai;
um povo, enfim, que eu adoro, porque sofre e é bom,
e guarda ainda na noite da sua inconsciência como que
um lampejo misterioso da alma nacional,

reflexo de astro em silêncio escuro de lagoa morta.

Uma burguesia, cívica e politicamente corrupta até à medula,
não descriminando já o bem do mal, sem palavras, sem vergonha,
sem carácter, havendo homens que, honrados na vida íntima,
descambam na vida pública em pantomineiros e sevandijas,
capazes de toda a veniaga e toda a infâmia, da mentira à falsificação,
da violência ao roubo, donde provém que na política portuguesa sucedam, entre a indiferença geral, escândalos monstruosos, absolutamente inverosímeis no Limoeiro.

Um poder legislativo, esfregão de cozinha do executivo;
este criado de quarto do moderador; e este, finalmente,
tornado absoluto pela abdicação unânime do País.

A justiça ao arbítrio da Política,
torcendo-lhe a vara ao ponto de fazer dela saca-rolhas.

Dois partidos sem ideias, sem planos, sem convicções,
incapazes, vivendo ambos do mesmo utilitarismo céptico e pervertido, análogos nas palavras, idênticos nos actos,
iguais um ao outro como duas metades do mesmo zero,
e não se malgando e fundindo, apesar disso,
pela razão que alguém deu no parlamento,
de não caberem todos duma vez na mesma sala de jantar."


Guerra Junqueiro, 1896.


Homem de Letras - Muito Actual ! Afinal nada mudou...


Agora sei de onde vem este meu "mau feitio", muitas vezes chamado de tiro certeiro...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Ahahaha

Mais uma vez me disseram que transmitia calma!
Um lexotan, portanto (repondi eu)
Qualquer dia sou promovida a Xanax!!!!!
Será possível que eu, a impaciência em pessoa, consiga transmitir assim tanta calma ou tranquilidade???????

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Cimeiras



Estava aqui a pensar e tentada a escrever sobre a cimeira Ibero-americana, principalmente sobre os gastos de dinheiros públicos. Por exemplo, a tenda fantástica montada em Belém, tendo nós construído recentemente edifícios como os da Expo 98 – Pavilhão de Portugal e o CCB que por falta de visão parece serem hoje obsoletos.


Mas já não tenho muita paciência para estar sempre a tocar nas mesmas teclas sobre esquerda de caviar!
Mesmo assim não resisti, caramba que mau feitio...

sábado, 28 de novembro de 2009

Começo dos preparativos natalícios

E como nos anos anteriores lá começa tudo de novo:
Lista das prendas de Natal
Compras de Natal
Jantares de Natal
Doces de Natal
Decorações de Natal

Pois bem, o dia de hoje foi dedicado às decorações de Natal: presépio, árvore, decorações das mesas, pais Natal, coroas de Natal, velas, lá saiu a tralha toda da cave.
Decidir o que pôr na árvore, com ou sem bolas, lutar com as luzes que se embrulham sempre todas, os bonecos de neve, a grinalda que nunca fica direita, mais a estrela…
Uf este mini capítulo da época está encerrado, falta o mais difícil – prendasssssssssssss.

Sempre gostei desta época do ano e dos preparativos do Natal se bem que cada vez tenho menos paciência… mas vale sempre a pena!

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Bom fim-de-semana

"Todos os países podem ter melhores ou piores Governos.
Mas os países só podem verdadeiramente andar para a frente se tiverem boas elites.
Se, nos sectores vitais da sociedade, houver gente capaz, séria, competente e empreendedora.
Ora em várias áreas-chave temos tido demasiada gente que não presta.
Gente que não hesita em recorrer à fraude, à corrupção, à usura para alcançar os objectivos.
Se os portugueses funcionam bem quando estão lá fora, por que não renderão o mesmo aqui?
Exactamente porque não existem elites capazes de estimular e enquadrar os cidadãos, aproveitando ao máximo as potencialidades do país."


Este excerto que aqui deixo é a conclusão de um artigo de JAS que podem ler na integra
aqui
Gosto da escrita deste senhor (dos poucos que ainda existem), clara, certeira e com bom senso.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Homens/Mulheres

Já escrevi várias vezes e li vários posts sobre este assunto, mas entretanto a minha cabeça vagueia e divaga com descrições pontuais que me vão chegando e tocando, desabafos, mágoas e sofrimentos e chego à conclusão que cada vez percebo menos homens e mulheres, mulheres e homens e relações.

Se damos para trás é porque damos para trás, se somos queridos, doces, atentos ao outro é porque o somos e confundem-se carinho e atenção com exigência, pressão, anulação quando muitas vezes só se quer passar a mensagem de que ele ou ela é importante para nós , se somos assim assim é porque não nos entregamos mais...
Tentar encontrar o ponto de equilíbrio onde ele não existe, porque esse ponto muda constantemente e não é só de pessoa para pessoa pode até ser na mesma pessoa de dia para dia, de momento para momento, tentar encontrar esse ponto é uma ginástica desgastante.
Há uma instabilidade emocional quase que permanente aliada talvez a uma insatisfação também ela quase permanente
E aqui ando eu nestas divagações do que observo... e que não me apetece aprofundar muito, talvez porque não há muito a aprofundar, há sim que ir vivendo...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Amiga...

... com um dia de atraso (não por esquecimento, o pc não colaborou), repito o brinde do ano passado e que todos os anos tenho feito em silêncio. Ontem fazias 45...

domingo, 22 de novembro de 2009

Gripe


Foram descobertas mutações do vírus H1N1.
Esta noticia fez-me voltar uns bons anos atrás quando foram noticiados os primeiros casos de Sida.
Na altura estava a viver em Bruxelas e uma das versões que corria era que o vírus da Sida tinha sido uma experiência laboratorial americana testada na República Centro Africana (na altura até se falava que o vírus era transmitido por uma espécie de macacos comum nessa zona) e que por qualquer razão tinha “escapado” ao control. Daí as suas muitas mutações.
Não sou da área de saúde, sou uma leiga na matéria mas pela lógica e crescente descrença e desconfiança em muito do que se passa neste mundo, em quem governa, em quem notícia, em gestores gananciosos de farmacêuticas e por aí fora, faz-me pensar se esta gripe não será ela também uma criação laboratorial…

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Uma Questão de Honra

No seguimento do que escrevinhei por aqui, eis que encontro este artigo de opinião que vale a pena ler e pensar:

"00h30m
Mark Felt foi um daqueles príncipes que o sólido ensino superior norte-americano produz com saudável regularidade. Tinha uma licenciatura em Direito de Georgetown e chegou a ser uma alta patente da marinha dos Estados Unidos. Com este formidável equipamento académico desempenhou missões complexas no Pentágono e na CIA.
Durante a guerra do Vietname serviu no Conselho Nacional de Segurança de Henry Kissinger. Acabou como Director Adjunto do equivalente americano à nossa Polícia Judiciária. Durante vários anos foi Director Geral interino do FBI. Foi nesse período que Mark Felt se tornou no Garganta Funda. Muito se tem escrito sobre as motivações de um alto funcionário do aparelho judiciário americano na quebra do segredo de justiça no Watergate. Todo o curriculum de Felt impunha-lhe, instintivamente, a orientação clássica de manter reserva total sobre assuntos do Estado. Hoje é consensual que Mark Felt só pode ter denunciado a traição presidencial de Nixon por uma razão. Para ele, militar e jurista, acabar com o saque da democracia americana era uma questão de honra. Pôr fim a uma presidência corrupta e totalitária era um imperativo constitucional. Felt começou a orientar em segredo os repórteres do Washington Post quando constatou que todo o aparelho de estado americano tinha sido capturado na teia tecida pela Casa Branca de Nixon e que, com as provas a serem destruídas, os assaltos ao multipartidarismo ficariam impunes. A única saída era delegar poder na opinião pública para forçar os vários ramos executivos a cumprir as suas obrigações constitucionais. Estamos a viver em Portugal momentos equiparáveis. Em tudo. Se os mecanismos judiciais ficarem entregues a si próprios, entre pulsões absurdamente garantisticas, infinitas possibilidades dilatórias que se acomodam nos seus meandros e as patéticas lutas de galos, os elementos de prova desaparecem ou são esquecidos. Os delitos ficam impunes e uma classe de prevaricadores calculistas perpetua-se no poder. Face a isto, há quem no sistema judicial esteja consciente destas falhas do Estado e, por uma questão de honra e dever, esteja a fazer chegar à opinião pública elementos concretos e sólidos sobre aquilo que, até aqui, só se sussurrava em surdinas cúmplices. E assim sabe-se o que dizem as escutas e o que dizem as gravações feitas com câmaras ocultas que registam pedidos de subornos colossais. Ficámos a conhecer as estratégias para amordaçar liberdades de informação com dinheiro do Estado. E sabemos tudo isto porque, felizmente, há gente de honra que o dá a conhecer. Por isso, eu confio no Procurador que mandou investigar as conversas de Vara com quem quer que fosse. Fê-lo porque achou que nelas haveria matéria de importância nacional. E há. Confio no Juiz que autorizou as escutas quando detectou indícios de que entre os contactos de Vara havia faces até aqui ocultas com comportamentos intoleráveis. E, infelizmente o digo, confio, sobretudo, em quem com toda a dignidade democrática e grande risco pessoal, tem tomado a difícil decisão de trazer ao conhecimento público indícios de infâmias que, de outro modo, ficariam impunes. A luta que empreenderam, pela rectificação de um sistema que a corrupção e o medo incapacitaram, é muito perigosa. Desejo-lhes boa sorte. Nesta fase, travam a batalha fundamental para a sobrevivência da democracia em Portugal. Têm que continuar a lutar. Até que a oposição cumpra o seu dever e faça cair este governo."

M.Crespo/JN de 16NOV2009

domingo, 15 de novembro de 2009



Uma das que tocou ontem à noite e que adoroooo.


Não podia faltar à festa de aniversário de uma querida amiga e arrastei-me, sim arrastei-me até lá, tal era o cansaço (festa de aniversário da filhota na véspera, 30 pessoas a jantar em casa e sair do trabalho às 19h, seguido de uma ceia surpresa dos 40 de uma amiga até às 4h, no dia seguinte arrumar a tralha toda do jantar e ir passear para o Chiado com a filhota… ), confesso que o que me apetecia mesmo era ficar em casa a giboiar, mas… ainda bem que fui!
A música actual e menos actual era fabulosa e a companhia não podia ser melhor, num local quase dentro do rio só para nós.
Valeu o esforco de arrancar, às vezes vale mesmo a pena!

Face Oculta



Mais 1 episódio a mostrar a podridão deste país????
O Procurador e o Juiz de Instrucão de Aveiro dizem que há
indícios de crime do nosso 1º(quem nele votou, a mim ele não me diz nadinha mesmo)contra Estado de Direito Português e tudo será arquivado e as provas serão destruídas por decisão de 2 altos funcionários deste país um deles colocado nesse alto cargo pelo governo??
Onde está a Justica neste país? Foi de férias sem fim à vista? Está também ela oculta? Quando Será que isto muda??
Será para ocultar tudo isto que telejornais e afins dão muito mais importância ao futebol que como dizia o Outro que muitos querem não recordar “o ópio do povo”?


Será mais um caso para juntar a esta lista vergonhosa?

• Desde a morte de Francisco Sá Carneiro e do eterno mistério
que a rodeia,
• Ao desaparecimento de Madeleine McCann, e centenas de outras crianças
• Ao caso Casa Pia
• Do caso Portucale
• Operação Furacão
• Da compra dos submarinos
• Do caso da Universidade Independente
• Do Futebol Clube do Porto
• Ao Sport Lisboa Benfica
• Da corrupção dos árbitros
• À corrupção dos autarcas
• De Fátima Felgueiras
• A Isaltino Morais
• Da Braga parques
• Do autarca alentejano queimado no seu carro e cuja cabeça
foi roubada do Instituto de Medicina Legal
• As famosas fotografias de Teresa Costa Macedo. Aquelas em
que ela reconheceu imensa gente 'importante', jogadores de futebol,
milionários, políticos.
• Os crimes de evasão fiscal de Artur Albarran
• Os negócios escuros do grupo Carlyle do senhor Carlucci em Portugal.
• O mesmo grupo Carlyle onde trabalha o ex-ministro Martins da
Cruz, apeado por causa de um pequeno crime sem importância, o da cunha
para a sua filha.
Isto não é mau feitio é só estar um bocadinho atenta ao que se passa....

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

YOU CAME




Descobri por acaso a música que fez sentido há uns tempos atrás...
Nunca me lembrei dela enquanto fazia sentido… Mas encontrei-a e não é por ter deixado de fazer sentido que não a vou pôr, afinal fez parte do meu passado mais longínquo e mais recente!
E coisa estranha, esse passado longínquo e recente uniram-se nessa altura, acho que só faltou lembrar-me desta música…




terça-feira, 10 de novembro de 2009

Portas

Li este post da amiga Eva sobre portas, as da vida, e uma parte do comentário que fiz foi que não as devíamos fechar, deviam ficar encostadas.
Este tema das portas da vida ou até das janelas é algo que já há muito tempo me “persegue” e depois de ter comentado o post da Eva pensei “assunto arrumado, a Eva ajudou-me a tirar isto da cabeca!”
Engano!!!!!!!
Não é que o dito assunto das portas a meio da manhã me assaltou e não me deixou sossegar um minuto?????
Devemos sim abrir todas as portas que nos vão aparecendo ao longo da vida, com mais ou menos amor, com mais ou menos carinho, com mais ou menos delicadeza, com fúria, com dor, com alegria…
Agora a questão de as deixar encostadas ficou a martelar, foi o que mais me incomodou, e indo ao fundo do meu baú cheguei à conclusão que HÁ PORTAS QUE DEVEMOS MESMO FECHAR E SE FOR PRECISO TRANCÁ-LAS!!!
E se tiverem de ser abertas que não o sejam por nós que seja quem ou o que as obrigou a fechar a abri-las, com esforco.


Desculpem os c sem cedilha, não sei o que se passa com este teclado

domingo, 8 de novembro de 2009

Um dia sossegado...


Há dias em que pensamos “que bom hoje posso estar a giboiar o dia inteiro… não fazer nada, mapling, ler, zaping dormitar….” E, quando damos por nós estamos na cozinha a adiantar o jantar, assim podemos aproveitar melhor o fim do dia, pensamos.
E enquanto estamos a adiantar o jantar, porque não fazer uma máquina de roupa, o tempo até está bom… hum aquele armário precisa de uma volta…, o melhor é apanhar a roupa que estava a secar… passamos pelo hall e vemos o correio por abrir, pousamos o alguidar e abrimos o correio, arrumamos os papéis, já a correr, porque nos esquecemos de algo no fogão, passamos pelo alguidar da roupa e lembramo-nos que ainda está no estendal. Terá que esperar, está alguma coisa no fogão que ainda fica esturricada!
De volta aos tachos, o melhor é não sair da cozinha enquanto não estiver tudo pronto e aproveitamos para encher a garrafa de azeite.
“Hum um bolo para o lanche ía saber mesmo bem, o de laranja para ir trincando enquanto vemos um filme, nada é má ideia e é rápido de fazer”. E deixar umas castanhas cortadas…
De qualquer modo o que está no fogão ainda demora um bocadinho.
Quando está o bolo a entrar para o forno e o que estava no fogão já pronto, pensamos “uf está quase, agora é só esperar que o forno apite e tirar o bolo”, estamos a sentar-nos no sofá, de comando na mão e… toca o apito da máquina da roupa!
A outra roupa ainda por apanhar, a da máquina já pronta, toca de ir apanhar a roupa, dobrá-la, abrir a máquina, tirar a roupa e estendê-la.
Agora tudo pronto podemos descansar… Não, apita o forno, vamos ver o bolo, está quase, mais uns minutos… o tempo suficiente para arranjar um tabuleiro para o lanche e para pôr umas castanhas a assar!
E assim se passa um dia em que de não termos nada para fazer, passamos a ter um monte de coisas para fazer e… giboiar só mesmo ao fim do dia com o filme a meio e estafada!

sábado, 7 de novembro de 2009

É tão bom mimar e sermos mimados...
São gestos simples e pequenos que mais nos fazem sentir bem.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Dura


Há quem diga que sou dura.
Se ser dura é não vacilar quando tomo uma decisão, então sou.

Pode custar-me horrores, posso sofrer, posso chorar, posso não sossegar, mas se sei que tenho razão ou que estou a fazer o que poderá ser mais correcto ou até ter frutos a longo longuissimo prazo, evitar que fique aos pedacinhos por dentro, não cedo.

Aguento.

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Dividida


Pois é, dividida.

Quem diria?????

Um lado diz “avança, deixa cair as defesas” o outro, diz “tem cuidado… deixa algumas das defesas alerta”.

Pelo menos um dos pés tem de ficar atrás, tem mesmo.

E assim anda isto por aqui… ora alerta ora menos alerta… ora com muitas certezas ora completamente baralhada.
Até quando este desassossego?

Que canseira… não é fácil, nada fácil, é quase como estar numa corda meia bamba… num trapézio...

Esgota, desgasta… é um ^%$*&#$%^&&*(( !!!!!!!!!!



quarta-feira, 28 de outubro de 2009

"Vai-se Andando"

Acabadinha de chegar do teatro

A peça – Vai-se Andando
Actor – José Pedro Gomes
Local – Casino de Lisboa



Não sou muito de ir ao teatro, mas desta vez o convite foi irrecusável e lá fui com a minha cunhada.
Estava na expectativa, tinha visto uma entrevista do António Feyo em que falou sobre esta peça cuja encenação é dele, e achei que devia ser engraçada.
É uma sátira aos “costumes e hábitos” dos portugueses em geral, do que falam e como falam do tempo, da produtividade no trabalho, do traje de fim-de-semana e o local de peregrinação favorito, as idas todos ao mesmo tempo aos mesmos sítios, a praia,… tocaram uma série e aspectos que é comum aos Tugas.
Quanto a mim falharam um dos mais gritantes o tuga fura bichas, o Zé Esperto, principalmente os de trânsito! Mas se fossem focar todas essas características gerais que cada um de nós observa e tem no dia-a-dia não saíamos dali ;)
Aqui a especialista em teatro, não gostou do encadeamento, a ligação dos textos (são escritos por diversas pessoas) e poderia ter tido muito mais humor. Aliás era disso que estava à espera.

Mas cada um tem a sua opinião e o seu gosto, por isso vão ver!


Foi um serão diferente com uma companhia excelente.

domingo, 25 de outubro de 2009

Muita coisa em pouco tempo


Uma ida ao Algarve, saída de Lisboa às 10h30 na companhia do meu cunhado.
Tratar das obras que têm de ser feitas, juntar a roupa que tinha de vir para Lisboa, falar com o jardineiro, fazer contas… enfim deixar tudo tratado para poder ter a casa pronta no Verão.
Um almoço rápido numa esplanada, com um tempo fabuloso, apetecia mesmo ficar na praia, a tentação era grande, mas em casa esperava-me um jantarinho que muito me agradava pela companhia.
Toca a vir para Lisboa e cá estávamos às 17h.
Preparar o jantar (alheiras, acompanhamento e…. o bolo de chocolate, claro!), não sem antes arranjar uma das colunas da aparelhagem que pifou e cujo actual representante em Portugal, só para deslocação cobra a módica quantia de 50 € (assalto à mão armada!!!), arranjar a campainha da porta que resolveu deixar de dar sinal…
O jantar foi como gosto, quase em família com as trapalhadas normais numa cozinha que é pequena, gostava mesmo de ter uma cozinha grande, onde cada um ía fazendo o que era preciso, dar de jantar aos miúdos para termos o nosso jantar mais sossegado e gozar o serão com excelentes amigos.
A noite acabou e eu estava exausta mas feliz…
gosto de ter os amigos perto.

Valeu a pena tanta correria!

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Se...

... nevasse neste país, seria o caos.
Basta umas chuvas normais para a época e as ruas ficam inundadas, a protecção civil lança os alertas, há acidentes inexplicáveis e o trânsito fica uma trapalhada ainda maior do que é normalmente.
Venha a neve!!!!!!

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Posse


"Posse
s. f.
1. Retenção ou fruição de uma coisa ou de um direito.
2. Estado de quem possui uma coisa, de quem a detém como sua ou tem o gozo dela.
3. Jur. Acção! ou direito de possuir a título de propriedade." in Priberam


A posse indica ter algo, ser dono de, ter direito a.
Possuir ou ser possessivo significa basicamente o acto de possuir COISAS e não pessoas.
Tenho andado às voltas com esta por causa do que se passa com alguém de quem gosto muito e não consigo compreender, se não por doença, o que pode levar alguém a achar que é dona de outra pessoa.
Acho que poucas pessoas conseguem entender isto, o querer saber tudo, o ir bisbilhotar telemóvel a carteira já é pouco provável que tenha “segredos”, o viver consumido pela dúvida e desconfiança sem razões para isso, o ciúme doentio dos amigos ou amigas. Acho que o ciúme pode, quando exagerado, estar relacionado ou mesmo ser confundido com o ser possessivo.
Pessoas assim acabam por nem viver, não conseguem descontrair e gozar o que têm, porque o que têm tem de ser só delas, incluindo quem amam, esquecendo-se que não são objectos e com o passar do tempo esse amor torna-se doença.
Quem é amado desta maneira sufoca e quem ama assim desespera, desgasta-se, envelhece.

A par do ser possessivo anda uma outra característica: quem é possessivo normalmente trai, é o 1º a pisar o risco, falo do que conheço do que tenho visto, não é nenhum estudo que tenha lido ou feito (nem seria capaz de o fazer ehehe).
É contraditório ou talvez não...

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Aos Abrigos!




Já viram pior anúncio que este?
Há muitos anos que um anúncio não me causava tanta urticária e se o objectivo era "o que interessa é que falem de nós", aqui conseguiram mas pela pior das razões!
A música então é de fugir mesmo!
Até a minha filha hoje de manhã quando ouviu no rádio disse com um ar quase de desespero:
"Ó mãe este anúncio já é mau demais, mas de manhã não dá mesmo!"
Aos abriguinhos!!!!!!!!!!!!!

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

5 em 1!

Há uns tempos a Nirvana brindou-me com uns selos e respectivos desafios, nada mais nada menos do que 5!

Não vieram todos ao mesmo tempo, mas quase.

Tardei… espero não falhar

Vou "roubar-lhe" a ideia e responder aos 5 no mesmo post.


# 1


1- Quem mais gostas de abraçar, no presente: a minha filha.
2 - Quem nunca abraçarias: quem não gosto.
3 - A quem davas tudo para poder abraçar: os meus Avós e a minha querida A.
4 - A quem davas o teu melhor abraço: …



Este selo é um doce que dedico à a todos os que leio, cada um à sua maneira me dá o abraço que preciso.



# 2


Música Mágica: Wonderful Tonight
Filme Mágico: Shane
Viagem mágica: com a companhia certa qualquer viagem é mágica
Maquilhagem Mágica: Não tenho






# 3

Mencionar 3 desejos:
Este não é nada, nada fácil, ai, ai, nem sei o que escrever…

1 – Encontrar o que procuro
2 – Continuar a ter uma família maravilhosa
3 – Porque não ganhar o euromilhões, o $ pode não trazer felicidade mas ajuda muito!



# 4




Casada? Não.
Filhos? Sim. 1 ciganita
Fumas? Sim.
Bebes? De vez em quando, pouca água.
Compulsão por algum alimento? Chocolate.
Frio ou Calor? Calor.
Doce ou salgado? Salgado.
Profissão? 2.
Ultimo filme visto? Gran Torino
Dia mais importante? 14 Novembro



# 5
Se fosse algo diferente...
Se fosse um mês: Setembro
Se fosse um dia da semana: Sábado
Se fosse uma hora do dia: qualquer hora à noite
Se fosse uma direcção: Sempre em frente
Se fosse um móvel: Sofá (confortável)
Se fosse uma bebida: Gin
Se fosse uma pedra: Esmeralda
Se fosse uma árvore: Castanheiro
Se fosse uma fruta: Papaia
Se fosse uma flor: Tulipa
Se fosse um Clima: Ameno
Se fosse uma Estação: Outono
Se fosse um Instrumento musical: Violoncelo
Se eu fosse um elemento: Água
Se eu fosse uma cor: Laranja
Se eu fosse uma criatura mágica: Dragão
Se eu fosse um insecto: abelhinha
Se fosse um som: o das ondas
Se fosse uma música: It´s my life, Bon Jovi
Se fosse um sentimento: Amor
Se fosse uma personagem da mitologia Grega: Zeus
Se fosse uma comida: Chocolate
Se fosse uma palavra: Transparente
Se fosse um lugar: África
Se fosse um sabor: Maracujá
Se fosse um cheiro: Café
Se fosse um verbo: Dar
Se fosse um objecto: Livro
Se fosse uma parte do corpo: Olhos
Se fosse uma expressão facial: Sorriso
Se fosse uma personagem da Banda desenhada: Mafalda
Se fosse um número: 1
Se fosse um acento: Circunflexo
Se fosse um sinal de pontuação: Ponto de exclamação!
Se fosse uma peça de calçado: Sandálias
Se fosse um acessório: relógio
Se fosse um adjectivo: Arisca
Se fosse um gesto: Um Abraço
Se fosse um tique: no nariz
Se fosse um quadro: Naif

Uf, não foi nada fácil, este último então!!!!!!!!!

Meus queridos aqui do lado direito estes selos são vossos se os quiserem agarrar.







segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Evitar magoar...

O que dizer quando sabemos de alguém que tem um begain (como ele tanto repetiu), paixoneta,por nós?
Por vezes cruzamo-nos com pessoas em quem deixamos uma marca sem darmos por isso e…. muito, mas muito mais tarde reencontramo-las, por acaso, e surge uma declaração que terá sido feita também no passado, mas que na altura nem a ouvimos e agora ficamos sem saber o que responder.
A atrapalhação surge na resposta, talvez fruto do que a vida nos ensinou, por causa de muitas coisas que nos aconteceram, porque sabemos que as palavras são as que ele não queria ouvir, um gesto ou uma entoação errada podem causar dor e ficamos horas a ouvir, sem querer dar esperança do que quer que seja, mas também e principalmente, sem querer magoar. E ali ficamos a ouvir e a pensar "como saio desta?"
Só ocorre uma frase estúpida como “talvez tenha sido no timing errado” ou “é tudo uma questão de clic” e é pior a emenda que o soneto, porque depois há a pergunta "E agora?".
Damos por nós a pensar “tenho de ser directa”, “porque raio o poupo a ele quando não me pouparam a mim” e assim por diante.
Mas magoar alguém deliberadamente…, dar esperanças é mais cruel ainda…
E assim nos despedimos de alguém a correr, a fingir que temos pressa, a evitar dar o número de telemóvel.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

DN uma vergonha

Ontem cheguei a casa dos meus pais para o jantar semanal e os adultos que lá estavam, pelo menos 5, estavam escandalizados com o Diário de Noticias. E porquê?
Por causa da capa onde se via a pior fotografia de sempre de um Presidente da República!
E realmente tinham razão.
Não podiam ter escolhido pior fotografia!
Não sou PSD nem cavaquista, ok gosto de cor de laranja, mas francamente é o Presidente da República, e há que ter respeito.
Desta vez o Presidente faria bem em processar o Diário de Noticias, é uma vergonha, falta de respeito, falta de inteligência,... É tudo menos liberdade de expressão e democracia!
Nem ponho aqui a dita capa para não compactuar com tamanha canalhice.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Irra!!!!!

Tenho estado a tentar perceber o que se passa com este povo português que não vota!
Tentei durante todo o dia não pensar no assunto, não consegui...
Nas eleições anteriores ok, está bem, eram para o Parlamento Europeu que a muitos portugueses pouco ou nada diz, mas estas???? E a abstenção foi ainda mais alta?????
Penso, observo o que se passa à minha volta, volto a pensar e a única coisa coisa que me passa pela cabeça é:
Cambada de preguiçosos!
Desculpem lá, mas gostava mesmo de perceber o que leva as pessoas a absterem-se de votar e depois ouvir alguns desses a criticarem o que se passa no país!
Será que não têm consciência?
Custa assim tanto tirar uns minutos, umas horas que sejam para votarem?
Não importa em quem votam ou se votam em branco, mas votem!
Preferiam não ter esse direito????
Há coisas que me irritam mesmo! Estou mesmo irritada!!!!!!


Greenday




Só porque gosto...

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Rotundas

Já não era sem tempo.
Rotunda é rotunda, jardim é jardim. O seu a seu dono.
Os "ornamentos" postos nas rotundas muitas vezes tapam a visibilidade e podem ser causa de acidentes.
Para isso foi preciso encomendar um Manual de Dimensionamento de Rotundas – um documento elaborado pela Universidade de Coimbra (UC) e pela Estradas de Portugal (EP).
Serão precisos assim tantos estudos para saber que rotunda que se preze deve ser limpa e com visibilidade? Que não precisa de ter cascatas, bancos de jardim (já uma vez vi um banco de jardim e pensei que agradável seria passar ali uns momentos do dia, o pior seria mesmo como lá chegar!!!!), colunas... só falta mesmo porem campos de ténis!
Já para não falar nas negociatas pouco claras para as várias obras de embelezamento.
Em 3 anos assisti, em 2 rotundas por onde passo todos os dias, a 4 remodelações!!!!
O que leva a pensar que se as Câmaras podem fazer todas estas remodelações é porque lhes sobra dinheiro…. Hein?!
A notícia aqui

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

2nd edition 2009

Conversa do chefe para me amaciar.... sim ando uma feraaaaaaaaaaaaaa.
Assim do nada a tirar um café:

Ele - Vai hoje ao 2?
Eu - Ah? (mesmo caindo da lua aos trambolhões)
Ele - Se vai hoje à noite ao 2?
Eu - Nã, acho que não.
Ele - Porque? (hábito velho que não perde)
Eu - Pois que ando cansadita, vá-se lá saber porquê...
Ele - Tb tenho dormido pouco
Os meus botões e eu - mas o que é que o sono tem a ver com esta combersa????? Tenho dormido bem, estou é cansada de tanto trabalho!!!!!
Eu - Ah sim, isso é que é pior,... (que é que haveria de responder???? que por isso é que anda com uma impaciência que não se aguenta??????)

Isto a propósito de mais uma edição de Back to Crazy Old Times!
Hoje, mas… não vou.
Não estou na melhor forma
O velhinho 2 vai ter que me desculpar mas hoje… o cansaço invadiu-me e este fim-de-semana deve ser violento...
Fica um excerto do convite do grande e incansável organizador para mais tarde recordar:
“devem trazer convosco as vossas jeans mais velhinhas , as vossas guitarras mais afinadas e as vossa mentes mais crazy !”















Fica para a próxima!

Dilemas...

Tenho andado a pensar mudar de casa, nada de mudanças drásticas, é no mesmo prédio mas uns andares acima.
São umas trocas e baldrocas costumeiras com um dos meus irmãos que gostava de ficar com a minha.
Já a fui ver e adorei, mas a proposta que estava a pensar fazer não me parece que vá pegar e, enquanto o meu irmão vai e não vai ver o apartamento, tenta perceber da urgência ou não da venda,... o tempo vai passando... Sei que há mais interessados...

Ontem vinha a chegar a casa com a minha filha e na porta das garagens estava um pequeno anúncio da venda do dito apartamento...
Eu - Aiiiiii

A minha filha repara e diz muito rápido "Mãe, tire o papel!"

Eu a pensar na educação, minha e na dela, e no exemplo que lhe deveria dar:

"Não, isso não se deve fazer e se a casa tiver de ser minha é, sem rasgar o papel!"

Mas sempre a hesitar entre entrar, fechar a porta e deixar o papelucho do outro lado ou tirar o dito (de um lado o anjinho, do outro o diabinho)

E a voz do diabinho, leia-se filha, "Ó mãe vá lá, não gosta mesmo muito da casa? Não tem aquela varanda com que sonha?"

E eu, fraaaaaaca, lá tirei o papel, com pouco jeito e quase a medo.... ´com a minha filha a dizer:

"Vá lá, tire o papel, não dói nada, não tem mesmo jeito para estas coisas"

Doer não dói, mas ainda hoje estou a pensar nisso...

Será que vou ser castigada????
Com a "mania" que conheço todas as pessoas, lá conheci mais uma desconhecida conhecida....
Mais uma da minha capacidade de memória visual!
E continuo a pensar donde a conheço, irra qu´isto é irritante rrrrrrrrrrrrr

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ao fim do dia entro no prédio onde vivo e é um cheirinho delicioso a cozinhados vários. Não aquele cheiro a comida enjoativo, com fritos à mistura, mas sim o cheiro a estufados, guisados e qualquer coisa no forno.
Começa logo na entrada, em casa da porteira (sim sou uma sortuda, o prédio ainda tem porteira!), a quem já disse várias vezes que qualquer dia bato à porta para jantar.
Quando chego ao andar onde moro novo aroma culinário e fico a pensar: “é raro de minha casa vir um aroma culinário durante a semana…”.
Não sei se tenho saudades mas sinto falta de qualquer coisa…
E dou de novo a dizer para mim mesma: “nunca estamos satisfeitos com o que temos, é verdade. Se antes havia dias em que reclamava que tinha de ir cozinhar, que não sabia o que ía fazer para o jantar, agora sinto falta disso!."

Somos mesmo insatisfeitos…

sábado, 19 de setembro de 2009

Setembro


Estes dias de Setembro põe-me nostálgica.
Dou comigo a lembrar-me das férias em criança, em que passávamos o mês todo na quinta dos meus avós maternos em Trás-os-Montes (as aulas só começavam a 7 de Outubro).


Numa dessas férias o avô propôs-nos ir trabalhar para as vindimas e a apanha da amêndoa com as condições: trabalharmos exactamente como os outros trabalhadores, não podíamos desistir a meio da jeira e tinhamos de trabalhar a sério. Começar às 7h da manhã e largar às 16h com 1h30 de almoço. Se estivéssemos perto de casa almoçávamos em casa se não, levávamos merenda como os outros e comíamos no campo.

Íamos para o trabalho a pé ou de carroça puxada por um macho como todos os outros, essa era a melhor parte!


No inicio de Setembro começávamos a apanha da amêndoa naqueles montes escarpados de terra e xisto com um sol abrasador, quando era dada a ordem para iniciar a vindima (quem decidia eram as casas inglesas que nos compravam o vinho do Porto ou melhor, o vinho Fino), passávamos para a vindima e , se por acaso começasse a chover íamos para o salão da amêndoa descascar, separar e partir a amêndoa para ser vendida.


Na amêndoa os homens varejavam e carregavam os cabazes, as mulheres apanhavam a amêndoa do chão.

Na vindima eles despejavam os cestos e carregavam os cabazes que depois eram levados para o lagar de carroça, elas cortavam os cachos de uvas com uma navalha.


O que mais custava era o sol (40º à sombra era normal) e a dor nas costas de andarmos sempre dobradas, por isso as minhas primas e eu começámos a inventar e descobrimos que conseguíamos apanhar as uvas sentadas em metade dos cestos!

Todos gostávamos imenso destes trabalhos, apesar de ficarmos completamente de rastos, e não me lembro de nenhum de nós desistir a meio de uma jeira ou mesmo da temporada toda. Era um rancho grande e o trabalho era feito todo com brincadeiras, cantorias e boa disposição. Por exemplo, se aparecesse algum “estranho”, mesmo que fosse da casa, uma das mulheres ía dizer-lhe uns versos e ele tinha de pagar multa: cigarros para os homens e rebuçados para as mulheres.


Quando o dia acabava íamos para o lagar ver fazer o vinho e ajudar se fosse preciso. Aqui havia um pormenor, as raparigas tinham de ir quase à sucapa porque não tinham licença do avô para estar no lagar… Normalmente nós, as raparigas íamos ajudar a nossa querida A. a preparar tudo para o jantar (além dos 13 também havia os “crescidos”) ou dormitar, ouvir histórias e brincar na eira ou pela quinta com os filhos dos trabalhadores. A parte que não gostávamos mesmo nada era o toque do sino ao fim do dia, estrategicamente colocado para ser ouvido em toda a quinta, consoante a hora tinha o seu recado a dar-nos; almoço, lanche e o do fim do dia…. Banho! Era sempre uma guerra para ser o último!

Nos tempos livres e quando não havia trabalho ao fim-de-semana (se o lagar estivesse a meio tínhamos de vindimar para o encher) fazíamos as nossas brincadeiras favoritas, andar de bicicleta por aqueles montes fora em perfeitos caminhos de cabras ou mesmo sem haver caminhs e sem travões, concurso para ver quem conseguia atravessar a ribeira de bicicleta sem cair a meio, guerras de andas, matraquilhos e índios e cowboys (raparigas - índios, rapazes - cowboys), cada um tinha 2 fortes, 2 do lado direito da ribeira e 2 nos montes por trás da casa. Fazíamos ataques uns aos outros às vezes com flechas e setas quase verdadeiras (agulhas de tricot com as pontas afiadas no ferrador da vila). Fazíamos também a segurança da entrada de pessoas na quinta e, não havia telemóveis, quantas vezes o meu avô estranhando o atraso de amigos em chegar não teve de ir ver o que se passava na estrada de terra que ligava a quinta à estrada principal!... "Avô eles não sabem a senha não podem passar"! E o avô, cheio de paciência, lá pedia desculpa pelas garotices e resolvia o assunto.
Outras vezes um dos adultos mais atentos lá via numa das subidas da estrada de terra que havia uma mancha fora do normal (eramos nós) e ía ver o que se passava...



São tantas, mas tantas recordações deste tempo…

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

12 de Setembro de 2008

Não é que deixei passar a data do aniversário da abertura desta chafarica?!?!?!

12 de Set de 2008 às 9h14 nascia esta pérola da escrita!

Não sei quanto tempo mais vai durar... Sei que tenho sorrido, rido, chorado...

Aprendi algumas coisas (não só as tecnológicas!) e desabafei muito o que só me tornou mais leve... nunca pensei escrever algumas coisas que por aqui estão, ao reler algumas nem me parece que tenha sido eu a escrevê-las... é estranho.

E, nunca é demais escrever, algumas amizades nasceram também aqui.


Ora pois PARABÉNS à chafarica!

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Zen?...

Recomeçam as rotinas de sair cedo e chegar tarde a casa, a organização doméstica, os estudos, as actividades, enfim o inicio de mais 1 ano escolar e de trabalho.
Curiosamente dei comigo a não stressar com o que me esperava no trabalho.
O ter de andar aos papéis literalmente e acompanhar o dia que passa, não me irritou nem fez com que me zangasse com ninguém…
Zen, pensei que não era a super mulher a que o boss, por ex., está habituado. Não posso ser nunca, talvez ache o contrário, porque está habituado a que tudo o que pede seja feito na hora, apareça com um estalar de dedos ou como gosta de dizer “basta 1 clic”… Vai ter de se habituar a esperar…
Mas contas feitas hoje até consegui ler e arrumar as centenas de mails que tinha, adiantar a marcação das reuniões do próximo mercado que é já em Outubro, fazer a rotina do dia-a-dia…


Zen, estarei a ficar zeeeennnnn?...

terça-feira, 15 de setembro de 2009

terça-feira, 8 de setembro de 2009

A "reportagem" prometida!

Foram uns dias fantásticos em excelente companhia e com algumas peripécias.
As peripécias começaram logo à partida com uma revista de corpo aleatória… Quem foi a escolha aleatória, quem?
Eu, é que tinha mesmo de ser eu!!!!
A Turquia é um país estranho e fascinante, devíamos ter ido 2 semanas, uma para explorarmos melhor a região e a outra para descansar e tirar o máximo de proveito do hotel que é fabuloso.


Não conseguimos ir à Capadócia e a Pamukkale para isso teríamos de ficar a dormir pelo menos 1 noite na Capadócia, mas fomos a Antalya uma cidade Otomana...


Praça do Império com a estátua de Ataturk












Entrada para a cidade Otomana








Vista da cidade Otomana para o porto e a parte nova de Antalya






Praia perto do porto de Antalya





...e a Side (que significa romã), uma vila piscatória construída sobre ruínas romanas e conhecida pelo templo de Apólo. Foi a localidade que mais gostei, pareceu-me das que vi a mais típica, com uma vida, um colorido, restaurantes e esplanadas fabulosas tudo nas escarpas por cima do mar.

Side teatro romano








Vista do anfiteatro e uns camelos...





Parte do anfiteatro







Em frente do templo de Apolo esta discoteca!



É espantosa a vida comercial tanto em Antalya como em Side e parece-me que em toda a Turquia. As lojas abrem às 9h e fecham às 23h, o preço tem de ser sempre regateado, podem não acreditar mas até nos supermercados e farmácias se regateia o preço! É extenuante…
O turcos, esses nem nos deixam dormir, uma canseira, a noite toda enrolados, atravessados e de manhã quando acordamos temos as marcas no corpo… dos lençóis turcos que usam para dormir!
Mas os turcos, homens, não lençóis… esses também não nos largam e as peripécias com alguns deles são hilariantes, as miúdas nem queriam acreditar nos piropos permanentes (aqueles que compreendíamos porque muitos eram em turco, e bem nos podiam insultar…).
Tivemos peripécias com um vendedor de peles que não nos largava e baixou o preço mais um bocadinho e oferecia-nos o casaco, a esse pusemos o nome de Radesh (= ao trafulha da telenovela da SIC), era um melga. Havia o simpático de uma tenda em Antalya com um provador inimaginável, mas onde a minha filha conseguiu provar umas calças típicas, o contabilista atrevido de uma loja em Belek (vila ao pé do hotel onde ficámos), o cavalheiro da loja de malas e carteiras…. Nestes 2 últimos já eramos conhecidas de tantas vezes lá termos ido.
Na generalidade são simpáticos, mas muito melgas, sempre a puxarem as pessoas da rua para entrarem nas suas tendas ou lojas e existe um problema de comunicação, pois a maioria não fala inglês. Grande parte dos turistas são russos ou alemães, por isso os idiomas mais falados são o russo e o alemão, mas quando é para vender… tudo serve!

Outra das peripécias foi a ida a Side. Tínhamos combinado com o operador ir ter com ele para nos levar a um táxi fora do hotel com um preço mais razoável, mas nem ele nem nós sabíamos que os taxistas lá funcionam quase como uma máfia. Resultado o taxista que nos viu estar à espera de alguém na rua, seguiu-nos e obrigou-nos a parar. Depois de muita conversa em inglês e turco lá percebemos o que se passava e acabou, depois de combinado o preço, por ser ele a levar-nos. Agora o táxi era indescritível, até um ambientador automático tipo Brise tinha, lançava o seu cheiro de x em x tempo tipo gambá! As miúdas não paravam de rir e gritar com o cheiro a lavanda!




Eis a prova!



É um país que se vê que está em mudanças permanentes, em grande desenvolvimento e com preocupações de futuro, por ex., a maioria das casas que vimos, mesmo com aspecto de bairro social têm painéis solares.
Ah, outra coisa que reparei é que na televisão não há diferença de volume quando passam os anúncios! Muito mais agradável, sem dúvida e quem sabe mais civilizado?...

O hotel era fabuloso, enoooorme, com tudo o que se possa imaginar, 5 piscinas, uma com escorregas, 7 restaurantes, petisquices o dia todo ora no restaurante principal ora no bar da praia, pastelaria, gelataria, ginásio, sauna, banho turco, massagens, aulas de dança, 2 discotecas, uma ao ar livre, várias actividades aquáticas, sei lá, era um mundo, por isso precisava de mais 1 semana lá!



Algumas fotografias da vista de um dos nossos quartos






Resumindo foi:
Compras – Non stop… eram sempre as últimas, mas… aparecia sempre mais qualquer coisinha!
Praia, piscina, pastelaria, banho turco, bistro 24h, gelados,…
Turismo – o possível e sempre com muita peripécia
Companhia – não podia ter sido melhor e além da nossa grupeta de 5 conhecemos um casal com uma filha de quem ficámos amigos


À chegada a Lisboa tivemos a agradável surpresa de ter à nossa espera 2 amigos o que é sempre muito, mas muito bom mesmo!
(É bom partir para chegar)

Agora resta mais 1 semana de férias em que, além dos afazeres de inicio de ano lectivo e das inevitáveis máquinas de roupa, vou tentar descansar… e pôr em dia as espreitadelas dos meus blogs preferidos!

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Férias finalmente!


Depois de um ano de trabalho desgastante, emocionalmente difícil ... ofereci-me umas férias na…….. Turquia!
Amanhã já lá estou!
Praia, muita praia mesmo, turismo, sim quero ir a vários sítios, Capadócia, Pamukkale...
Gosto de viajar, aliás há quem me chame o verbo ir.

Devia ter feito esta viagem ou qualquer uma outra o ano passado, faz bem, aliás acho, como uma amiga minha que tem imensa graça diz, que se a segurança social oferecesse viagens (ok não muito dispendiosas, sem grandes luxos, até pode ser ir para fora cá dentro) em vez de receitar anti-depressivos pouparia imenso dinheiro e as pessoas ficariam tratadas mais depressa.
Nada como uma viagem para refrescar a alma, dar-nos quase uma nova vida.
É importante viajar, conhecer novas culturas, desempoeirar até pode ser em Portugal, somos um país pequeno mas com uma diversidade imensa.
Sempre que posso saio do meu canto é também uma maneira de mostrar à minha filha o que há de diferente e de criar laços com ela que de outro modo não criaria pelos imprevistos e as quase pequenas aventuras com que nos deparamos fora dos locais onde habitualmente vamos.

Lembro-me sempre de um dos meus avós que de x em x anos juntava mais ou menos 5 dos netos com idades parecidas mais um dos pais e nos levava durante 1 temporada a locais que ele achava interessantes, em que nos transmitia tudo o que sabia desses locais (adorava História) e vínhamos de lá com outro modo de ver o que nos rodeava, com uma cumplicidade uns com os outros e até mesmo com os adultos.
Às vezes também juntava os 13 netos e fazia viagens mais curtas, Serra da Estrela, Zamora, Salamanca que ficam perto do local onde passamos férias no Norte.

Lembro-me particularmente de uma viagem em que estando nós em Luanda ele e a minha avó foram lá passar o Natal. Até aí, com pouco tempo, ele planeou 3 viagens: levou um dos meus irmãos de helicóptero a uma plataforma de petróleo, a minha irmã foi ao Zaire e eu e o meu irmão mais novo fomos ao deserto de Moçâmedes.
Eu tinha 8 anos e ele 4, dormimos em cubatas em pleno deserto o céu era o mais liiiiiimpo e fantástico que alguma vez vi, os animais que ali havia leões, tigres que pensei não existirem no deserto, iam beber água ao pé das nossas cubatas, vi pela 1ª vez o animal que me apaixona e que mais me fascinou, a Suricata, em que estivemos deitados no chão e fomos quase a rastejar para nos aproximarmos o mais que podíamos para elas não fugirem. Só não vimos elefantes apesar de existirem. Foi a viagem que mais me marcou e de que me lembro como se fosse hoje.

Mais tarde com os meus pais a viverem na Bélgica aproveitávamos todas as férias para conhecer o resto da Europa de carro e com muita peripécia pelo meio de que ainda hoje nos rimos.

Talvez por ter todas estas recordações não viaje só por mim mas para que a minha filha as possa ter também e sempre que o destino o permite cá dentro ou lá fora tento ter com ela experiências que raramente se esquecem.


Este post que começou por ser um breve apontamento para marcar a minha ida à Turquia e as minhas férias acabou por ser um breve relato de algumas recordações/férias da minha infância!
Sou eu, começo com uma ideia e depois lá vou eu…
P.S. : Já tenho a máquina fotográfica na mala!

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Parar e pensar...

Vivemos cada vez mais a correr, preocupados com os problemas diários que pela sociedade em que vivemos somos obrigados a ter e a resolver. (Era bom não termos de nos preocupar com contas para pagar, com horários para cumprir…)

Mas vivemos também rodeados de complicações e de problemas muitas vezes criados por nós ou por quem nos rodeia e o pior é que fazemos disso verdadeiros problemas que por vezes não passam de mal entendidos ou de intrigas de quem não interessa.

O triste disto tudo é que só damos pelo ridículo dos nossos problemas quando surgem problemas na verdadeira acepção da palavra ou quando vemos uma vida a desaparecer de repente.
Aí paramos e pensamos que tudo o que interessa é aproveitar os momentos que podemos tornar felizes, os momentos felizes que a vida nos dá e gozá-los plenamente.

Não digo que seja viver a vida desenfreadamente como se não houvesse amanhã, atropelando tudo e todos porque nesse momento achamos que vamos ter a felicidade nas nossas mãos.
Não, não é isso. A felicidade plena estou convencida que não existe, ela é feita de breves momentos felizes.

Costumo dizer que se perde muito tempo com problemas que não existem e que só conseguimos ver o que realmente é importante quando algo de grave nos bate à porta. Aí deixamos de dar importância ao que nunca o teve.

Hoje, mais uma vez tive de parar e pensar…

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Telefonema inesperado

Os planos que tinha para o fim do dia de ontem, aqueles planos que não gosto de fazer mas alguns requerem marcações (!), foram repentinamente trocados por um telefonema no dia anterior, uma voz familiar:
"tou? Sou eu o J. Cheguei ontem e como prometido estou a ligar-te para combinarmos alguma coisa"

Vá de organizar um jantarinho para o amigo que não via seguramente há 20 anos!
Fazia parte do grupo de amigos de um dos meus irmãos que passava muito lá por casa e com quem toda a familia estabeleceu laços, faziam quase parte da casa e que sem querer damos por nós a pensar e até a perguntar :
"Que é feito de X? "
"Que andará Y a fazer?"
"Será que Z está bem?".

Com pouco tempo mas muita vontade convidei outro amigo desse grupo que sabia que estava em Lisboa e a família.
Pensei no que iria cozinhar, tinha de ser algo que pudesse deixar adiantado na véspera.
Entre chegar a casa e receber o J. dediquei 1h30 ao fogão...

Está quase igual, claro que um bocadinho mais gordo e com ar um pouco cansado, alguns cabelos brancos, mas o sorriso e as expressões são as mesmas... engraçado que quando olhava para ele estava sempre à espera de ver o aparelho nos dentes :)

Adeptos do Sporting lá ficaram tristonhos com o resultado, mas rapidamente a conversa animou e falou-se de tudo, do que fazia, por onde andava, de algumas recordações colegiais dos 2, de outros amigos...

Podemos ter estado muito tempo sem nos vermos, mas o serão passou-se como se tivessemos estado juntos há 1 semana!
As ligações que se criam na infância e adolescência quando são francas e boas são mesmo assim!

Cansada mas satisfeita...

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Que passa?



A blogosfera anda muito parada...
Férias?
Preguiça?
Falta de inspiração?
...

domingo, 23 de agosto de 2009




Cada vez gosto mais!

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Eis o meu refúgio!


Em jeito de desabafo e porque tenho saudades de lá ir, aqui deixo umas fotos:











quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Counting down

Passaporte da criança - Check
Certidão de nascimento com o acordo paternal - check
Autorização do pai não vá o diabo (autoridades) tecê-la - check


Falta a mala, mas para onde vou a roupa é quase nenhuma, como diz um amigo "atiram-se umas M****s para dentro da mala e está feita!"

Estou quase a ir e... não me apetece voltar...


Estou mesmo, mesmo a precisar de férias, até já confundo o chefe com o meu ex marido, não tarda estou a pedir-lhe a pensão de alimentos!

Diariamente...

...travo uma luta titânica comigo mesma.

É desgastante...Vou conseguir, sei que vou, só não sei como estarei quando isso acontecer...

Desafio 14 - Já tinha saudades destas lides!

Um Gajo ofereceu










e eu aceitei com muito carinho… foi o meu 2º leitor, comentador e quem me ofereceu o 1º selo/ prémio (ali no lado direito).
E porque o calor aperta... Vamos lá a animar esta blogosfera que anda muito paradinha!

As regras:
1º mencionar quem ofereceu
2º Oferecer a oito pessoas:
À Thunderlady é uma amiga incondicional, com uma escrita bem disposta, por vezes atrevo-me a dizer desconcertante.

À
Nirvana acutilante e doce

À
Tita que cuja leitura me transmite serenidade e novas maneiras de ver as coisas

Sadeek, com observações e “informações” que ora me divertem ora me desconcertam. Gostava de saber onde vai buscar algumas das “noticias” que dá.

Gemini, adoro a escrita, além de que me revejo em muitos dos seus desabafos, assim como o...

... Alexandre, muitas vezes parece que trocamos pensamentos! As músicas que escolhe são perfeitas.

Segredo adoro a “Uma história de Verão” que tem andado a escrever e foi também uma das minhas primeiras leituras.

Last but not the least o meu querido Gimbras com os seus relatos quer de futebol, quer das aventura laborais, Gimbra´s Choice e muito humor

Claro que todos os que estão ali à direita são merecedores do selo, não é por acaso que os espreito… mas há que respeitar as regras nem que seja de vez em quando!
Hannah que gosto de ler e de admirar os seus layouts fabulosos
Pés, pequenos textos na maior parte das vezes, muito reais, quase palpáveis e com umas imagens liindas
Eva que leio sempre com muita ternura
Ominona, Miss Glitering, Matrix (quem me entusiasmou e incentivou nesta aventura virtual tem andado muito ausente), o João
Notinha: por vezes alguns blogs passam a privados :( e perdemos quem gostavamos de ler, é o caso do Incapaz
3ª regra avisar quem foi premiado - estou a caminho!!!!!!!!!!!

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Fim-de-semana

Queria escrever sobre o fim-de-semana que passou. Mais do que querer, preciso! E não consigo arrrrhhh.
Foi tão diferente e com sentimentos tão dispersos e estranhos que nem consigo perceber e verbalizar o que se passou.
Foi bom, bem disposto e em excelente companhia... pareceu mais que 2 dias, mas deixou-me completamente à nora, ainda mais do que é costume eu andar!
E hoje... estou exausta.
"Para conhecermos os amigos é necessário passar pelo sucesso e pela desgraça.
No sucesso, verificamos a quantidade e, na desgraça, a qualidade. " Confúcio

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

É impressão minha ou o sexo masculino anda com um aspecto ora abandalhado ora efemeninado?
Claro que há excepções, poucas... mas há.

Gostava que soubessem...




... que comecei este blog porque precisava de
desabafar.
Foi num momento muito mau, péssimo da minha vida.
Incentivada por um querido amigo, foi mais uma das armas que usei para ultrapassar e conseguir derrotar toda a tristeza, desilusão e dor que me tinha sido imposta.
Uma arma dos tempos modernos, virtual mas eficaz!
Não sabia o que era este "mundo" sabia da sua existência, lia algumas coisas mas nem sabia como funcionava, o objectivo era mesmo desabafar e nem pensava se teria comentários ou não.
Revelou-se uma das armas que mais me ajudou. Porquê?
Porque neste "mundo" "conheci" pessoas (alguns conheci mais tarde em carne e osso!) que me deram a força, a mão e o amparo que necessitava não por falta de amigos palpáveis (esses tenho-os e nunca me deixaram). Mas o anonimato desta arma ajudava a expressar sentimentos que com eles, os palpáveis, não conseguia, ajudava a extravasar tudo o que me ía na alma sem os alugar tanto. Sim porque por mais amigo que se seja há dias, momentos em que não se aguenta tanto aluguer e eu aluguei-os de verdade!
Foi também aqui que consolidei uma amizade recente que me tem dado a mão incondicionalmente!
Não sei se estou "agarrada" ou não, nem me interessa, sei que gosto de vos ler, de vos acompanhar e de saber que me acompanham.



Isto tudo para dizer que vos adoro (adorar só a Deus como diria a minha tia, eu sei, mas não encontro palavra que mostre melhor o que sinto) e confesso que às vezes, mesmo sem vontade de escrever, escrevo para vos sentir vir aqui e... sabe bem!

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

E porque continuo na mesma...

O excesso de trabalho, a preguiça continuam a assaltar-me ou a falta de tempo para pensar, para pôr as ideias em ordem e conseguir escrever algo de jeito.
Talvez seja do bom tempo que nos leva a querer aproveitar cada minuto de praia , de esplanada, de varanda, de terraço... de ar livre de preferência em boa companhia.
Talvez dos pensamentos que pulam desordenados, o certo é que não consigo ter um bocadinho para pensar com calma.
Não consigo ou não quero, não quero é mesmo o mais acertado... não quero pensar no que me tem assaltado ultimamente, sejam bons ou maus pensamentos. Não quero mesmo porque os maus pensamentos são mesmo maus. Prefiro por isso andar por aí, vaguear por onde me levam para me distrair.


Provavelmente nada disto terá nexo, mas não importa, cheguei à conclusão que o nexo é como a verdade, como a lógica, como a maioria do que nos rodeia - tudo depende da perspectiva...