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domingo, 10 de outubro de 2010

Uma gota eu sei



Se cada um de nós se comprometesse consigo mesmo a dar o seu melhor, a ter brio no que faz, a tentar poupar em coisas pequeninas do dia-a-dia no trabalho ou em casa, tentasse não desperdiçar ...

Será que não faria a diferença?...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Gostar



Alguns gostam de complicar um sentimento que é natural e simples, assustam-se, não depende de nós mas pode dar-nos a volta a tudo, pode tirar-nos da nossa tranquilidade.
É um sentimento que pode ser forte ou menos forte que pode ser correspondido ou não.
Às vezes, se conseguimos, é mais fácil "ignorá-lo", deitá-lo para trás das costas porque gato escaldado...

É dificil sabermos que alguém gosta mesmo de nós e encará-lo do mesmo modo. Até podemos pensar "realmente seria fácil, cómodo, mas... não teria sabor nenhum... só iria magoar..." e devagarinho vamos pondo uma distância que até nos pode custar...


E quando gostamos de alguém que também gosta de nós?
Mas que sente que se prende porque sente que tem de dar um nome, uma etiqueta?
Que avança depressa demais e num instante tenta voltar atrás?
Que se assusta sem saber ou até sabe mas não quer dizer?

Quer e não quer, e... enxota

Que quando nos afastamos até para nos protegermos... não entende

Quando desligamos...

Insiste

E ficamos sem perceber o que quer, sem saber que passo dar? Não perguntamos, deixamos no ar...

Que entenda o que sente

Que decida o que quer

Porque nós sabemos

Entendemos até o que outro sente mas não podemos, não queremos e talvez não devamos ajudar... tem de ser ele/a a "acordar"...
Relações que são muitas vezes ralações :) :(

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Assim de repente

"Viver um dia de cada vez" não será isso um modo de afastarmos para mais tarde ou ir afastando ad eternum uma decisão?
Uma defesa quase inconsciente?
Um receio de assumir seja o que for para não nos desiludirmos e magoarmos?

Não será um refúgio?
Só assim de repente...

domingo, 24 de janeiro de 2010

Todos nós temos tendências, boas, más, estranhas, esquisitas, certinhas, arrumadas, desarrumadas… São características de cada um, fazem-nos diferentes uns dos outros.
Algumas são “inatas”, nascem e morrem connosco, outras são passageiras, momentâneas.

Dei comigo a pensar e a observar as minhas tendências actuais… as “inatas” que até me definem já as conheço até bem demais! Mas as actuais têm-me feito pensaaaaar e uma em especial tem-me dado até muito que pensar, chego até a receá-la.
Chamo-lhe tendência para bad boys… uma tendência que faz com que atraia ou seja atraída pelo que é problemático, com pancada, aquele que faz dores de cabeça a sério, seja em relações de amizade, seja em relações amorosas que por vezes se tornam ralações de tantas dores de cabeça que dão!
Tentando delimitar no tempo, creio que isto se passa há cerca de um ano e meio… todas as “experiências” emocionais têm feito com que tudo à minha volta se transforme rapidamente e dou comigo, a descobrir facetas minhas que desconhecia, a pensar em mim de outra forma e a querer conhecer-me.
É estranho… julgava que me conhecia e afinal até agora era uma perfeita estranha para mim própria! Tudo isto talvez seja fruto das mudanças interiores a que me propus aqui há uns tempos atrás… não sei, sei que tudo está muito diferente… uma autêntica montanha russa onde não há quem carregue na alavanca para parar o carro, um turbilhão.

Claro que como em tudo há o lado bom e o lado mau, o lado divertido e o menos divertido.
E no lado divertido há algumas frases, “declarações de amor” (isto de bad boys e amor não liga lá muito bem…) que depois de me serem ditas e me espantarem, me deram uma enorme vontade de rir e que ainda hoje me fazem sorrir, por exemplo:

“Gosto de ti com´ó caraças”

“Vem para minha casa mas traz o bolo de chocolate!!!!” (o estômago falava mais alto com certeza…)

“Quero namorar consigo, PORRA” (esta achei deliciosa, a ligação do tratamento por você e o calão, achei uma delícia mesmo, apeteceu-me logo dizer que sim, mas rapidamente pensei “PORRA tou doida?!”).

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

WCs (ideia peregrina ou talvez não)


Acho que não seria má ideia haver WC para crianças nos locais públicos.
A primeira vez que pensei neste assunto foi por causa de um amigo que estava com a filha e me pediu se a poderia levar à casa de banho.
Actualmente há muitos casais separados e não são raras as vezes em que o pai que está com a filha ou a mãe com o filho e que a criança tem de ir ao quarto de banho.
Até uma certa idade talvez ainda dê para a levarem ao wc respectivo (não acho bem, mas não têm outra hipótese), mas quando são mais crescidinhos começa a complicar!
Hoje, já nem sei porquê, estava a ter estes pensamentos que partilhei com o parceiro de gabinete e no meio da conversa até lhe disse que seria um problema daqui a uns tempos com a adopção de crianças pelos casais homossexuais. Não interessa a minha opinião neste caso, é uma realidade e contra isso…
Estes casais recentes poderão no caso dos homens adoptar crianças do sexo feminino e esse problema vai existir (senhores deputados, eis mais um assunto de interesse nacional para discutirem na Assembleia!).
A troca de ideias continuou e de repente diz ele.
“Era uma excelente ideia e um isco fantástico para apanhar pedófilos. Estás a vê-los a tentar ir às casas de banho das crianças?”
Será que seria uma boa ideia????

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Homens/Mulheres

Já escrevi várias vezes e li vários posts sobre este assunto, mas entretanto a minha cabeça vagueia e divaga com descrições pontuais que me vão chegando e tocando, desabafos, mágoas e sofrimentos e chego à conclusão que cada vez percebo menos homens e mulheres, mulheres e homens e relações.

Se damos para trás é porque damos para trás, se somos queridos, doces, atentos ao outro é porque o somos e confundem-se carinho e atenção com exigência, pressão, anulação quando muitas vezes só se quer passar a mensagem de que ele ou ela é importante para nós , se somos assim assim é porque não nos entregamos mais...
Tentar encontrar o ponto de equilíbrio onde ele não existe, porque esse ponto muda constantemente e não é só de pessoa para pessoa pode até ser na mesma pessoa de dia para dia, de momento para momento, tentar encontrar esse ponto é uma ginástica desgastante.
Há uma instabilidade emocional quase que permanente aliada talvez a uma insatisfação também ela quase permanente
E aqui ando eu nestas divagações do que observo... e que não me apetece aprofundar muito, talvez porque não há muito a aprofundar, há sim que ir vivendo...

domingo, 22 de novembro de 2009

Gripe


Foram descobertas mutações do vírus H1N1.
Esta noticia fez-me voltar uns bons anos atrás quando foram noticiados os primeiros casos de Sida.
Na altura estava a viver em Bruxelas e uma das versões que corria era que o vírus da Sida tinha sido uma experiência laboratorial americana testada na República Centro Africana (na altura até se falava que o vírus era transmitido por uma espécie de macacos comum nessa zona) e que por qualquer razão tinha “escapado” ao control. Daí as suas muitas mutações.
Não sou da área de saúde, sou uma leiga na matéria mas pela lógica e crescente descrença e desconfiança em muito do que se passa neste mundo, em quem governa, em quem notícia, em gestores gananciosos de farmacêuticas e por aí fora, faz-me pensar se esta gripe não será ela também uma criação laboratorial…

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Posse


"Posse
s. f.
1. Retenção ou fruição de uma coisa ou de um direito.
2. Estado de quem possui uma coisa, de quem a detém como sua ou tem o gozo dela.
3. Jur. Acção! ou direito de possuir a título de propriedade." in Priberam


A posse indica ter algo, ser dono de, ter direito a.
Possuir ou ser possessivo significa basicamente o acto de possuir COISAS e não pessoas.
Tenho andado às voltas com esta por causa do que se passa com alguém de quem gosto muito e não consigo compreender, se não por doença, o que pode levar alguém a achar que é dona de outra pessoa.
Acho que poucas pessoas conseguem entender isto, o querer saber tudo, o ir bisbilhotar telemóvel a carteira já é pouco provável que tenha “segredos”, o viver consumido pela dúvida e desconfiança sem razões para isso, o ciúme doentio dos amigos ou amigas. Acho que o ciúme pode, quando exagerado, estar relacionado ou mesmo ser confundido com o ser possessivo.
Pessoas assim acabam por nem viver, não conseguem descontrair e gozar o que têm, porque o que têm tem de ser só delas, incluindo quem amam, esquecendo-se que não são objectos e com o passar do tempo esse amor torna-se doença.
Quem é amado desta maneira sufoca e quem ama assim desespera, desgasta-se, envelhece.

A par do ser possessivo anda uma outra característica: quem é possessivo normalmente trai, é o 1º a pisar o risco, falo do que conheço do que tenho visto, não é nenhum estudo que tenha lido ou feito (nem seria capaz de o fazer ehehe).
É contraditório ou talvez não...

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Ao fim do dia entro no prédio onde vivo e é um cheirinho delicioso a cozinhados vários. Não aquele cheiro a comida enjoativo, com fritos à mistura, mas sim o cheiro a estufados, guisados e qualquer coisa no forno.
Começa logo na entrada, em casa da porteira (sim sou uma sortuda, o prédio ainda tem porteira!), a quem já disse várias vezes que qualquer dia bato à porta para jantar.
Quando chego ao andar onde moro novo aroma culinário e fico a pensar: “é raro de minha casa vir um aroma culinário durante a semana…”.
Não sei se tenho saudades mas sinto falta de qualquer coisa…
E dou de novo a dizer para mim mesma: “nunca estamos satisfeitos com o que temos, é verdade. Se antes havia dias em que reclamava que tinha de ir cozinhar, que não sabia o que ía fazer para o jantar, agora sinto falta disso!."

Somos mesmo insatisfeitos…

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Que passa?



A blogosfera anda muito parada...
Férias?
Preguiça?
Falta de inspiração?
...

terça-feira, 30 de junho de 2009

Relações

Há uma frase que parece estar na moda “enquanto não aparece a pessoa certa diverte-te com a errada”
Será isto justo para a outra parte?
Para encontrarmos a pessoa que nos fará feliz às vezes ou raramente é à 1ª tentativa. Mas será justo andar deliberadamente a brincar com os sentimentos dos outros?
Estas relações “descartáveis” são quase uma moda em que muitos talvez até finjam que gostam. Parece que os sentimentos são substituídos pelo material e pelo físico, por uma espécie de cultura consumista, fazendo com que muitos se sintam cada vez mais insatisfeitos e instáveis.
Durante uns tempos ou momentos até nos pode distrair, mas cada vez me convenço mais que esse sabor não serve e pode até amargar.
Por mim continuo a acreditar que vale a pena investir num relacionamento sólido, mesmo quando sofremos.
Por mim continuo a acreditar que só vale a pena se for uma relação que vai sendo construída.
Por mim continuo a acreditar que o mais importante não é a paixão pode começar por ser, mas vai desaparecendo ou esbatendo-se no tempo.
Por mim continuo a acreditar que a sua base é a amizade e a cumplicidade e que relações sólidas fazem de nós pessoas mais estáveis e saudáveis emocionalmente.


When somebody loves you
It´s no good unless he loves you - all the way
Happy to be near you
When you need someone to cheer you - all the way

Taller than the tallest tree is
That´s how it´s got to feel
Deeper than the deep blue sea is
That´s how deep it goes - if its real

When somebody needs you
It´s no good unless he needs you - all the way
Through the good or lean years
And for all the in between years - come what may

Who knows where the road will lead us
Only a fool would say
But if you´ll let me love you
Its for sure I´m gonna love you - all the way, all the way


All the Way – Frank Sinatra

Notinha: todo este post foi despoletado por ter ouvido algures esta música e por uma "conversa" longa que tive.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Tristeza

Será que a tristeza se pega?
Fico tristinha quando sei que outros de quem gosto estão tristes.
Será pela tristeza deles?
Será porque nos faz lembrar a(s) nossa(s) tristeza(s) que estão adormecidas?

domingo, 31 de maio de 2009

Suicídio



Poucos falam sobre isso,… alguns, talvez até muitos, pensem nisso…
Por uns considerado um acto de cobardia, por outros até um acto corajoso e por outros ainda, um misto de cobardia e coragem.
Nem todos temos a mesma força para enfrentar e resolver os problemas que se atravessam nas nossas vidas, nem todos temos a mesma força para acreditar que vamos ser felizes, nem todos temos a mesma força para tirar partido do lado bom da vida, nem todos…
Por vezes acabamos de resolver um problema e logo de seguida vem outro e outro e outro o que também nos leva a acreditar que algo de melhor haverá para além da vida, já que tudo o que nos rodeia não nos faz feliz.
A ausência de felicidade, não falo da felicidade total essa creio que não existe, falo dos vários momentos que temos de felicidade, são tão pequeninos e preenchem-nos tão pouco que só conseguimos ver o que não temos, o que nos faz infelizes.
Há quem não cometa suicídio por pensar que vai magoar muito quem o rodeia, por saber que os vai fazer sofrer e até culpabilizarem-se por não terem percebido ou dado mais atenção,… mas às vezes creio que se chega a um ponto em que a dor ou o desespero é tão grande que nem já isso importa.
Nos dias de hoje, estamos tão preocupados com os nossos umbigos, com os nossos problemas, numa correria frenética diária que não percebemos que quem nos está próximo sofre e sofre de tal maneira que … comete suicídio! E só aí quem nos rodeava toma consciência, começa a juntar certas peças e chega à conclusão que deveria estar mais desperto e poderia ter dado a mão.
Das vezes em que falei sobre este tema a resposta invariável que tinha era, com algumas nuances, “que disparate”, e a conversa ficava sempre por ali, é um tema que não se discute.
(Depois de um fim-de-semana em grande este é um assunto que nem eu estava à espera que me viesse à cabeça, mas veio...)

terça-feira, 26 de maio de 2009

Perspectivas diferentes?

Há pessoas que criticam, criticam e criticam os outros, esquecem-se de olhar para si mesmas e verem como actuam... (não sou nenhuma santa, já me aconteceu e não uma vez só !)
Se repararem bem fazem(os) muitas vezes o que criticam(os) nos outros, só que vá-se lá saber porquê quando é a vez delas (nossa) deixa de ser criticável.
A perspectiva muda e nessa altura já é permitido?
Sim, porque o mundo gira à volta do umbigo de uns e umas...
Estará esta forma de vida relacionada com a(s) verdade(s) que podem não ser só uma?

sexta-feira, 15 de maio de 2009

????

Porque é que mesmo que não mostrem muitas pessoas ficam roídas por dentro com a felicidade dos outros?

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Para o que havia de me dar!


Para muitos, talvez para a maioria uma mulher grávida é liiindo!

Não gostei particularmente de estar grávida, depois dos 6 meses nunca me sentia confortável (ela tinha os 2 pés enfiados nas minhas costelas!!!!), mas lembro-me de sentir uma sensação de paz rara.
A gravidez de uma amiga tem-me feito recordar esses momentos de boas sensações e não é que às vezes dou por mim a pensar que nem seria má ideia!??!!!!!
Claro que rapidamente desço à terra e penso:
"Grávida? Agora? Não!!!!!! Tás louca?!".
Não é pelas noites mal dormidas, pelas fraldas, papas e birras. Essa fase até gostei e... dormir a sesta com um bébé é dos momentos melhores que podemos ter!
É mesmo pelas fases que se seguem até conseguirem construir a vida deles. As dores de cabeça da idade do armário, as "lutas" titânicas para lhes fazer ver que não é pelos outros fazerem que as coisas estão certas, nós podemos ser a excepção e estarmos correctos, enfim educar e tentar que vejam em nós o amigo insubstituível... Essa é a tarefa mais difícil, tê-los não custa o que custa é fazê-los crescer!
No entanto, não sei porquê dou comigo a pensar que agora é que eu tiraria maior gozo desse estado, que teria mais paciência para tudo, que ... e dou comigo a divagar...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Palavras leva-as o vento


Há quem seja bom, mesmo fantástico com palavras, mas quando chega a hora da verdade os actos deixam muito a desejar…

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Influência da altitude?

A meio da descida de uma encarnada, de cadeirinha, e talvez devido a um telefonema tardio e longo de ontem, passou-me isto pela cabeça :
Algumas vezes existe aquele que amamos e aquele que nos pode fazer sentir bem, dar-nos bons momentos de felicidade... que pode não ser a mesma pessoa... Felizmente grande parte das vezes é a mesma pessoa aquela que amamos e que nos faz sentir bem, mas quando isso não acontece, o que é mais importante?
Amarmos e vivermos tristes, conformados com a nossa sina?
Ou
Termos ao nosso lado quem nos entende, nos dá a mão e nos faz disfrutar a vida?
Mais umas subidas e descidas e não sei o que me irá passar pela cabeça!!!!

segunda-feira, 23 de março de 2009

Gostar

Quando gostamos de alguém não deveríamos ter receio de dizer e de o mostrar.
Deveria ser natural e quase espontâneo. Como as crianças que com a sua pureza nos dizem ou mostram logo se gostam ou não de nós.
À medida que vamos crescendo e "aprendendo" como devemos fazer e estar, vamos perdendo a espontaneidade e se por ex., nos apetece dar um beijo ou um abraço a um/a amigo/a retraímo-nos, porque isso pode ser mal interpretado ou até mal visto!
Muitas vezes deixamos para dizer num outro dia ou achamos que não precisamos de dizer ou nem nos lembramos de o fazer e quando nos lembramos… é tarde demais… ou... perdemos a oportunidade!

sábado, 21 de março de 2009

Espaço

Qualquer um de nós gosta de ter o seu canto, o seu espaço por menor que seja, por mais ou menos intimo que seja. É o nosso espaço e não gostamos que outros se intrometam, o invadam.
É nossa obrigação, talvez seja um termo forte mas não me lembro de mais nenhum, respeitarmos esse espaço.
Há quem não o faça, há quem tudo invada por falta de tacto, por falta de educação, por achar que tudo pode fazer ….
Há momentos em que deixamos, até desejamos que invadam esse espaço, por insegurança, por vermos nisso talvez um sinal, uma prova de que gostam verdadeiramente de nós, que somos importantes, que querem partilhar tudo o que é nosso…
Mas não será precisamente o contrário?
Por uma razão ou outra, a verdade é que às vezes deixamo-nos invadir e também às vezes quando acordamos é tarde… depois é difícil reconquistá-lo ou reconquistá-lo sem magoar quem nos invade se dela gostamos…
Mas quanto a mim, pior do que invadirem o nosso espaço é invadirem o espaço dos nossos amigos… tentando e às vezes conseguindo, que eles se sintam a mais. Esse espaço é quase sagrado para mim e é muito mais difícil de reconquistar do que o nosso espaço individual.